Hurricane spiral satellite
1344×768 · AVIF · CC BY 4.0

Imagem de satélite captura a impressionante espiral de um furacão, revelando a estrutura organizada e a potência desses fenômenos atmosféricos.
Sobre o tema
Furacões são sistemas de baixa pressão que se formam sobre águas oceânicas quentes, geralmente acima de 26°C, e se caracterizam por uma espiral de nuvens e ventos intensos que giram em torno de um olho central. A imagem obtida por satélite mostra essa configuração clássica, com bandas de nuvens que se estendem por centenas de quilômetros. A rotação é resultado da força de Coriolis, que deflete os ventos para a direita no Hemisfério Norte e para a esquerda no Hemisfério Sul, dando origem ao movimento ciclônico.
A observação por satélite revolucionou a meteorologia, permitindo monitorar a formação e trajetória de furacões em tempo real. O primeiro satélite meteorológico, o TIROS-1, foi lançado em 1960, e desde então a tecnologia avançou significativamente. Atualmente, satélites geoestacionários como o GOES-16 (Estados Unidos) e o Himawari-8 (Japão) fornecem imagens a cada poucos minutos, essenciais para alertas precoces e mitigação de desastres. Os furacões são classificados pela escala Saffir-Simpson, que vai de 1 a 5, com base na velocidade dos ventos sustentados.
Curiosamente, o termo "furacão" é usado no Atlântico e no Pacífico Nordeste, enquanto no Pacífico Noroeste são chamados de tufões e no Índico, ciclones. Independentemente do nome, esses sistemas podem causar danos catastróficos. O furacão mais intenso já registrado, o Patricia (2015), atingiu ventos de 346 km/h. A imagem em estilo lo-fi e com efeito de câmera descartável adiciona uma estética nostálgica, que contrasta com a precisão tecnológica da observação por satélite.
Perguntas frequentes
Como os satélites monitoram furacões?
Satélites geoestacionários captam imagens contínuas da superfície terrestre e das nuvens. Sensores infravermelhos medem a temperatura do topo das nuvens, indicando sua altura e intensidade. Dados de vento são obtidos pelo rastreamento de nuvens em movimento.
Qual a diferença entre furacão, tufão e ciclone?
São o mesmo fenômeno, apenas nomes regionais. Furacão no Atlântico e Pacífico Nordeste, tufão no Pacífico Noroeste e ciclone no Índico e Pacífico Sul.
O que é o olho do furacão?
É uma região central de calmaria, com céu claro ou poucas nuvens e ventos fracos, cercada pela parede do olho, onde os ventos são mais intensos. É formado pelo movimento descendente de ar no centro da tempestade.
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