Amazon deforestation satellite

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Amazon deforestation satellite em estilo editorial

Satélite de monitoramento do desmatamento na Amazônia, fundamental para rastrear perdas florestais em tempo real.

Sobre o tema

O monitoramento do desmatamento na Amazônia depende fortemente de satélites de observação da Terra, como os da série Landsat (EUA) e Sentinel (União Europeia), além dos satélites CBERS (China-Brasil). O programa PRODES do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) utiliza imagens desses satélites para produzir relatórios anuais de desmatamento na Amazônia Legal, com resolução espacial de 30 metros por pixel. Os satélites detectam alterações na cobertura florestal através de diferenças de reflectância entre floresta nativa e áreas desmatadas, permitindo identificar novos cortes rasos e áreas em regeneração. Dados recentes indicam que, apesar de uma queda de 50% no desmatamento em 2023 em comparação a 2022, a Amazônia ainda perdeu cerca de 9.000 km² de floresta. Satélites como o Sentinel-2 revisitam a mesma área a cada 5 dias, possibilitando alertas quase em tempo real, enquanto o programa DETER (Detecção de Desmatamento em Tempo Real) emite notificações para fiscalização. A combinação de sensores ópticos e de radar, como no satélite ALOS (Japão), permite monitoramento mesmo em condições de nuvem, comum na região. A precisão e a frequência desses dados são cruciais para políticas públicas, acordos climáticos e a atuação de órgãos ambientais como o Ibama.

Perguntas frequentes

Como os satélites detectam o desmatamento na Amazônia?

Os satélites utilizam sensores ópticos e de radar para captar a reflectância da superfície. A floresta intacta tem uma assinatura espectral diferente de áreas desmatadas, permitindo identificar mudanças na cobertura vegetal.

Qual satélite é mais usado para monitorar o desmatamento no Brasil?

O programa PRODES do INPE usa principalmente imagens do Landsat (NASA/USGS) e do Sentinel (ESA). Para alertas diários, o DETER utiliza sensores como o MODIS (NASA) e o CBERS.

Qual a precisão dos dados de desmatamento por satélite?

A resolução espacial típica é de 30 metros (Landsat) a 10 metros (Sentinel-2). A acurácia na detecção de desmatamento é superior a 90%, validada por equipes de campo e imagens de alta resolução.

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