Datação por Decaimento
- Criado por
- Renato Passos, Eng. de Software
- Revisado por
- Renato Passos, Eng. de Software
Última atualização: 18 de abr. de 2026
Sobre esta calculadora
A Datação por Decaimento calcula a idade de amostras orgânicas ou inorgânicas com base no decaimento radioativo de isótopos como carbono-14. A fórmula utilizada é t = −ln(N/N₀)/λ, onde N é a quantidade atual de isótopo, N₀ a quantidade inicial e λ a constante de decaimento. Esse método é essencial em arqueologia, geologia e ciências ambientais para determinar a idade de fósseis, rochas e outros materiais.
Para usar a calculadora, você precisa informar a proporção entre a quantidade atual e inicial de isótopo, além da constante de decaimento. A fórmula determina o tempo decorrido desde a morte do organismo ou formação da rocha. É importante garantir que a amostra não tenha sido contaminada e que a meia-vida do isótopo seja conhecida com precisão.
A aplicação prática inclui datação de artefatos históricos, estudos de sedimentos e investigações ambientais. No entanto, a precisão depende da qualidade das medições e da suposição de que a taxa de decaimento permaneceu constante ao longo do tempo. Para amostras muito antigas, isótopos com meia-vida maior (como urânio-238) podem ser mais apropriados.
Perguntas frequentes
Qual fórmula é usada para calcular a idade?
A fórmula é t = −ln(N/N₀)/λ, onde N é a quantidade atual de isótopo, N₀ a quantidade inicial e λ a constante de decaimento.
Que tipos de amostras podem ser datadas?
Amostras orgânicas como ossos e plantas, ou inorgânicas como rochas, desde que contenham isótopos radioativos conhecidos.
Quão precisa é esse método?
A precisão varia com a qualidade da amostra e a precisão das medições, mas erros podem ocorrer em amostras contaminadas ou muito antigas.
Existe um limite para a idade que pode ser mensurada?
Sim, depende da meia-vida do isótopo. Carbono-14 é eficaz até ~50 mil anos, enquanto urânio-238 pode datar bilhões de anos.
Posso usar isso para datar organismos vivos?
Não, pois o método exige que o isótopo tenha parado de se renova. Organismos vivos mantêm equilíbrio com o ambiente externo.