Enunciado
Se a interferência de contas falsas em discussões políticas nas redes sociais já representava um perigo para os sistemas democráticos, sua sofisticação e maior semelhança com pessoas reais têm agravado o problema pelo mundo.
O perigo cresceu porque a tecnologia e os métodos evoluíram dos robôs, os “bots” — softwares com tarefas on-line automatizadas —, para os “ciborgues” ou “trolls”, contas controladas diretamente por humanos com ajuda de um pouco de automação.
Mas pesquisadores começam agora a observar outros padrões de comportamento: quando mensagens não são programadas, sua publicação se concentra só em horários de trabalho, já que é controlada por pessoas cuja profissão é exatamente essa, administrar um perfil falso durante o dia.
Outra pista: a pobreza vocabular das mensagens publicadas por esses perfis. Um funcionário de uma empresa que supostamente produzia e vendia perfis falsos explica que às vezes “faltava criatividade” para criar mensagens distintas controlando tantos perfis falsos ao mesmo tempo.
De acordo com o texto, a análise de características da linguagem empregada por perfis automatizados contribui para o(a)
Alternativas
- A)
controle da atuação dos profissionais de TI.
- B)
desenvolvimento de tecnologias como os “trolls”.
- C)
flexibilização dos turnos de trabalho dos controladores.
- D)
necessidade de regulamentação do funcionamento dos “bots”.
- E)
identificação de padrões de disseminação de informações inverídicas.
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