Sobre o tema
O conceito de interseccionalidade, cunhado pela jurista Kimberlé Crenshaw, descreve como diferentes formas de discriminação (raça, gênero, classe, etc.) se sobrepõem e interagem, criando experiências únicas de opressão. No Brasil, a interseccionalidade é crucial para entender desigualdades históricas, como a maior vulnerabilidade de mulheres negras no mercado de trabalho e na violência. O ENEM 2022 abordou esse tema, exigindo dos candidatos a identificação dos fatores que, combinados, intensificam a discriminação no país. Compreender a interseccionalidade é essencial para analisar políticas públicas e promover justiça social.
Tópicos relacionados
- Interseccionalidade e Kimberlé Crenshaw
- Discriminação de raça e gênero no Brasil
- Desigualdades interseccionais no mercado de trabalho
- Políticas públicas e combate à discriminação
- Violência contra mulheres negras
Enunciado
TEXTO 1 Interseccionalidade: intercruzamento de desigualdades que gera padrões complexos de discriminação. ## TEXTO 2 [[placeholder]] Considerando o conceito apresentado no Texto 1 e os dados apresentados no Texto 2, no Brasil, são fatores que intensificam o fenômeno da discriminação:
Alternativas
- A)
Raça e gênero.
- B)
Etnia e habitação.
- C)
Idade e nupcialidade.
- D)
Profissão e sexualidade.
- E)
Escolaridade e fecundidade.
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Perguntas frequentes
O que é interseccionalidade?
Interseccionalidade é um conceito que analisa como múltiplas formas de discriminação (como raça, gênero, classe) se sobrepõem e interagem, criando experiências específicas de opressão.
Qual a origem do termo interseccionalidade?
O termo foi cunhado pela jurista afro-americana Kimberlé Crenshaw em 1989, no contexto dos estudos críticos da raça e do feminismo negro.
Por que raça e gênero são fatores importantes para entender a discriminação no Brasil?
Raça e gênero são marcadores sociais que historicamente estruturam desigualdades no Brasil, e sua combinação (como no caso de mulheres negras) gera formas agravadas de exclusão e violência.