Sobre o tema
A sensibilidade de um teste diagnóstico mede a proporção de verdadeiros positivos entre os indivíduos realmente doentes. É um conceito fundamental em epidemiologia e estatística aplicada à saúde, pois indica a capacidade do teste de identificar corretamente os casos positivos. O cálculo envolve a divisão do número de verdadeiros positivos (VP) pela soma de VP e falsos negativos (FN). Valores altos de sensibilidade são essenciais em testes de triagem, onde o objetivo é não deixar passar casos da doença. Esta questão aborda precisamente esse cálculo, exigindo a aplicação correta da fórmula a partir de dados apresentados em uma tabela de contingência 2x2.
Tópicos relacionados
- Cálculo de sensibilidade de teste
- Tabela de contingência 2×2
- Verdadeiros positivos e falsos negativos
- Diferença entre sensibilidade e especificidade
- Teste diagnóstico em epidemiologia
Enunciado

BENSEÑOR, I. M.; LOTUFO, P. A. Epidemologia: abordagem prática.
São Paulo: Sarvier, 2011 (adaptado).
Conforme o quadro do teste proposto, a sensibilidade dele é de
Alternativas
- A)
47,5%.
- B)
85,0%.
- C)
86,3%.
- D)
94,4%.
- E)
95,0%.
Avaliar: +1 XP. Favoritar: salva pra revisar. Comentar: +5 XP + 1 credito IA.
Comentarios (0)
Carregando comentarios...
Perguntas frequentes
O que é sensibilidade de um teste diagnóstico?
Sensibilidade é a proporção de indivíduos doentes que são corretamente identificados pelo teste. É calculada como VP/(VP+FN).
Qual a diferença entre sensibilidade e especificidade?
Sensibilidade mede a capacidade de detectar verdadeiros positivos entre os doentes; especificidade mede a capacidade de detectar verdadeiros negativos entre os sadios.
Por que a sensibilidade é importante em testes de triagem?
Em triagem, o objetivo é não deixar passar casos da doença, por isso uma alta sensibilidade é priorizada, mesmo que a especificidade seja menor.