Sobre o tema
A imagem, uma charge da década de 1930, critica a conquista do direito ao voto feminino no Brasil, obtido em 1932. Na época, a participação das mulheres na vida pública era vista com desconfiança por setores conservadores, que temiam a perda de valores tradicionais. A charge utiliza elementos como a mulher como funcionária pública e a proibição de fumar para sugerir que o novo direito traria consequências negativas, como o desrespeito a regras. O contexto histórico é o da Primeira República, quando o movimento sufragista feminino ganhava força, resultando na aprovação do Código Eleitoral de 1932, que garantiu o voto feminino. A análise da crítica na charge ilumina as resistências enfrentadas pelas mulheres na luta por direitos políticos.
Tópicos relacionados
- Sufrágio feminino no Brasil
- Movimento sufragista
- Código Eleitoral de 1932
- Crítica ao voto feminino
- Caricatura política dos anos 1930
Enunciado

Na imagem, da década de 1930, há uma crítica à conquista de um direito pelas mulheres, relacionado com a
Alternativas
- A)
Redivisão do trabalho doméstico.
- B)
Liberdade de orientação sexual.
- C)
Garantia da equiparação salarial.
- D)
Aprovação do direito ao divórcio.
- E)
Obtenção da participação eleitoral.
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Perguntas frequentes
Quando as mulheres conquistaram o direito ao voto no Brasil?
O direito ao voto feminino foi garantido pelo Código Eleitoral de 1932, durante o governo de Getúlio Vargas. As mulheres puderam votar nas eleições de 1933 para a Assembleia Constituinte.
Que papel teve Bertha Lutz no sufrágio feminino brasileiro?
Bertha Lutz foi uma das principais lideranças do movimento sufragista no Brasil, fundando a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino e atuando na luta pelo voto feminino.
Que restrições existiam no voto feminino em 1932?
Inicialmente, o voto feminino era facultativo e exigia que a mulher fosse alfabetizada e tivesse renda, as mesmas exigências para os homens. Apenas em 1946 o voto tornou-se obrigatório para mulheres alfabetizadas.