Sobre o tema
O desmatamento na Amazônia Legal é um dos temas mais relevantes nas discussões ambientais brasileiras, especialmente em provas como o ENEM. O monitoramento por satélites realizado pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) permite acompanhar as taxas de devastação ano a ano, fornecendo dados essenciais para políticas públicas. A análise da evolução do desmatamento entre 2004 e 2009 mostra tendências importantes: após picos históricos, medidas de fiscalização e criação de áreas protegidas contribuíram para a redução das taxas. Compreender como calcular médias estaduais a partir de dados agregados é fundamental para interpretar gráficos e tabelas, habilidade cobrada no ENEM. O contexto socioambiental da Amazônia também envolve questões econômicas, como a expansão agropecuária e a exploração madeireira, que influenciam diretamente as taxas de desmatamento.
Tópicos relacionados
- Desmatamento na Amazônia Legal
- Monitoramento por satélite do INPE
- Taxas de desmatamento 2004-2009
- Cálculo de média estadual
- Políticas ambientais no Brasil
Enunciado

Considerando-se que até 2009 o desmatamento cresceu 10,5% em relação aos dados de 2004, o desmatamento médio por estado em 2009 está entre
Alternativas
- A)
100 km² e 900 km².
- B)
1 000 km² e 2 700 km².
- C)
2 800 km² e 3 200 km².
- D)
3 300 km² e 4 000 km².
- E)
4 100 km² e 5 800 km².
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Perguntas frequentes
Como o INPE monitora o desmatamento na Amazônia?
O INPE utiliza satélites como o Landsat e o CBERS para capturar imagens da floresta, comparando-as ao longo do tempo para detectar áreas desmatadas.
Qual foi a tendência do desmatamento na Amazônia entre 2004 e 2009?
Houve uma redução significativa: as taxas caíram mais de 50% nesse período, devido a políticas de fiscalização e criação de unidades de conservação.
Por que o cálculo da média estadual de desmatamento é importante?
Permite comparar o impacto entre estados e identificar regiões críticas, orientando ações de combate ao desmatamento.