Ano 2009

Enunciado

Para o Mano Caetano

O que fazer do ouro de tolo
Quando um doce bardo brada a toda brida,
Em velas pandas, suas esquisitas rimas?
Geografia de verdades, Guanabaras postiças
Saudades banguelas, tropicais preguiças?

A boca cheia de dentes
De um implacável sorriso
Morre a cada instante
Que devora a voz do morto, e com isso,
Ressuscita vampira, sem o menor aviso

\[…\]
E eu _soy_ lobo-bolo? lobo-bolo
Tipo pra rimar com ouro de tolo?
Oh, Narciso Peixe Ornamental!
_Tease me_, _tease me_ outra vez¹
Ou em banto baiano
Ou em português de Portugal
Se quiser, até mesmo em americano
De Natal
\[…\]

_¹Tease me_ (caçoe de mim, importune-me).

LOBÃO. Disponível em: http://vagalume.uol.com.br.
Acesso em: 14 ago. 2009 (adaptado).

Na letra da canção apresentada, o compositor Lobão explora vários recursos da língua portuguesa, a fim de conseguir efeitos estéticos ou de sentido. Nessa letra, o autor explora o extrato sonoro do idioma e o uso de termos coloquiais na seguinte passagem:

Alternativas

  • A)

    “Quando um doce bardo brada a toda brida” (v. 2).

  • B)

    “Em velas pandas, suas esquisitas rimas?” (v. 3).

  • C)

    “Que devora a voz do morto” (v. 9).

  • D)

    “lobo-bolo//Tipo pra rimar com ouro de tolo? (v. 11-12)

  • E)

    “Tease me, tease me outra vez” (v. 14)

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