Ano 2025#cacd#fase1#historia-mundial

Sobre o tema

A dissolução da União Soviética em 1991 foi um dos eventos mais marcantes do século XX, encerrando a Guerra Fria e reconfigurando a geopolítica global. Entre os fatores que aceleraram esse colapso, destacam-se a perda de controle sobre os satélites europeus do Leste, que iniciaram transições democráticas a partir do final dos anos 1980, e a relutância de Moscou em aceitar a reunificação alemã, que simbolizava o fim da divisão da Europa. O declínio da influência soviética na Europa Oriental, combinado com pressões internas e econômicas, minou a posição da URSS como superpotência, levando ao seu desmembramento. Compreender esses processos é essencial para analisar o fim do sistema bipolar e a emergência de uma nova ordem internacional.

Tópicos relacionados

  • Colapso da União Soviética
  • Revoluções de 1989 no Leste Europeu
  • Reunificação alemã e papel de Moscou
  • Fim da Guerra Fria
  • Crise do socialismo real

Enunciado

A queda de seus satélites europeus a partir do final dos anos 1980 e a difícil aceitação por Moscou da reunificação alemã contribuíram para incrementar o colapso da então União Soviética como superpotência internacional.

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Perguntas frequentes

O que foram os satélites europeus da União Soviética?

Eram países do Leste Europeu (como Polônia, Hungria e Tchecoslováquia) que, após a Segunda Guerra Mundial, ficaram sob influência soviética, com governos comunistas alinhados a Moscou.

Por que a reunificação alemã foi um problema para a URSS?

A reunificação da Alemanha em 1990 significou a absorção da Alemanha Oriental (RDA) pela Ocidental (RFA), fortalecendo a Otan e reduzindo a zona de influência soviética na Europa.

Como a queda dos satélites europeus contribuiu para o fim da URSS?

A perda de aliados no Leste Europeu enfraqueceu o bloco socialista, estimulou movimentos separatistas dentro da própria URSS e expôs a incapacidade soviética de manter seu império, acelerando a crise.