Sobre o tema
O voto feminino no Brasil foi conquistado em 1932, com a promulgação do Código Eleitoral, durante o governo provisório de Getúlio Vargas. A luta pelo sufrágio feminino foi liderada por figuras como Bertha Lutz, fundadora da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, Leolinda Daltro e Carlota Pereira de Queirós, primeira deputada federal brasileira. O movimento enfrentou forte resistência conservadora, ancorada em argumentos religiosos e na defesa do papel tradicional da mulher no lar. A conquista representou um marco na história dos direitos políticos no Brasil, abrindo caminho para a participação feminina na política, embora ainda restrita a mulheres casadas (com autorização do marido) e solteiras com renda própria até 1934, quando o direito foi ampliado.
Tópicos relacionados
- Código Eleitoral de 1932
- Bertha Lutz e o feminismo no Brasil
- Resistência conservadora ao voto feminino
- Participação política feminina na Era Vargas
Enunciado
O voto feminino no Brasil, fundamental na luta pela igualdade de gênero no país — liderada, por exemplo, por Bertha Lutz, Leolinda Daltro e Carlota Pereira de Queirós—, foi conquistado em 1932 após forte resistência conservadora, que alegava desvio do papel da mulher no lar e se estruturara a partir de pressões religiosas e de setores da elite política.
Alternativas
- C)
Certo
- E)
Errado
Avaliar: +1 XP. Favoritar: salva pra revisar. Comentar: +5 XP + 1 credito IA.
Comentarios (0)
Carregando comentarios...
Perguntas frequentes
Quem foi Bertha Lutz e qual sua importância na luta pelo voto feminino?
Bertha Lutz foi uma bióloga e ativista que liderou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, organizou o movimento sufragista e participou ativamente da elaboração do Código Eleitoral de 1932, que garantiu o voto às mulheres.
Quais eram os argumentos dos conservadores contra o voto feminino?
Os conservadores alegavam que o voto desviaria a mulher de seu papel natural no lar, influenciados por pressões religiosas e de setores da elite política que temiam mudanças na estrutura social.
O voto feminino de 1932 era universal?
Não, inicialmente o direito era restrito a mulheres casadas (com autorização do marido) e solteiras com renda própria. Apenas em 1934 a restrição foi eliminada, mas o voto ainda era facultativo para mulheres, enquanto para homens era obrigatório.