Ano 2025#cacd#fase1#historia-do-brasil

Sobre o tema

A Ação Integralista Brasileira (AIB), fundada em 1932 por Plínio Salgado, foi o principal movimento de extrema-direita no Brasil durante a Era Vargas. Inspirada pelo fascismo italiano e pelo nazismo alemão, a AIB defendia um Estado autoritário, corporativista e nacionalista. Sua ideologia incorporava elementos de antissemitismo, culpando judeus por supostas conspirações internacionais e ameaças à identidade nacional. Esse viés discriminatório, embora menos radical que o europeu, refletia a influência dos regimes totalitários da época. Compreender a AIB é essencial para analisar as raízes do autoritarismo e do preconceito no Brasil, bem como as tensões políticas dos anos 1930 que levaram ao Estado Novo.

Tópicos relacionados

  • Ação Integralista Brasileira e fascismo
  • Antissemitismo no Brasil dos anos 1930
  • Plínio Salgado e o movimento integralista
  • Influência do nazifascismo na AIB
  • Era Vargas e autoritarismo

Enunciado

A Ação Integralista Brasileira (AIB), movimento liderado por Plínio Salgado na década de 1930, incorporou elementos de discriminação contra judeus em sua ideologia, inspirada em parte no fascismo europeu da época.

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Perguntas frequentes

O que foi a Ação Integralista Brasileira (AIB)?

A AIB foi um movimento político de extrema-direita fundado em 1932 por Plínio Salgado, inspirado no fascismo europeu, que defendia um Estado centralizado, corporativista e nacionalista.

A AIB era abertamente antissemita?

Sim, a AIB adotou discursos antissemitas, associando judeus a conspirações internacionais e ao comunismo, embora com menor intensidade que os movimentos europeus.

Qual foi a relação da AIB com o governo Vargas?

Inicialmente, Vargas tolerou a AIB, mas após a Intentona Integralista de 1938, o movimento foi reprimido e declarado ilegal durante o Estado Novo.