Sobre o tema
A Primeira República (1889-1930) foi marcada pelo predomínio das oligarquias estaduais, que controlavam o poder político por meio de práticas como o coronelismo, o voto de cabresto e a exclusão de grande parte da população. O analfabetismo, que atingia a maioria dos brasileiros, era um mecanismo de exclusão eleitoral, já que a Constituição de 1891 proibia o voto dos analfabetos. Esses fatores consolidaram o domínio de uma elite agrária, dificultando a participação popular e a democratização do país.
Tópicos relacionados
- Coronelismo na Primeira República
- Voto de cabresto e política dos governadores
- Exclusão eleitoral de analfabetos
- Constituição de 1891 e direitos políticos
Enunciado
Durante a Primeira República, o incontrastável domínio das oligarquias assentava-se, entre outros aspectos, em práticas sociais e políticas excludentes, no coronelismo e no analfabetismo que atingia a maioria absoluta da população brasileira.
Alternativas
- C)
Certo
- E)
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Perguntas frequentes
O que foi o coronelismo na Primeira República?
Coronelismo foi um sistema de poder local em que grandes proprietários rurais, os coronéis, controlavam os votos da população dependente, usando coerção e troca de favores para eleger candidatos favoráveis às oligarquias estaduais.
Como as oligarquias mantinham o poder durante a Primeira República?
As oligarquias mantinham o poder por meio de alianças entre estados (política dos governadores), fraude eleitoral (voto de cabresto), coronelismo e exclusão de analfabetos e mulheres do voto, limitando a participação popular.
Qual o impacto do analfabetismo no direito ao voto na Primeira República?
A Constituição de 1891 proibia analfabetos de votar, excluindo a maioria da população brasileira (cerca de 80% era analfabeta) e garantindo que apenas as elites alfabetizadas pudessem participar das eleições.