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CACD: as 3 fases do Concurso de Diplomata explicadas

CACD detalhado: Fase 1 (objetiva), Fase 2 (escrita), Fase 3 (oral). Disciplinas, peso, banca Cebraspe, Instituto Rio Branco. Estratégia. 2026.

CACD: as 3 fases do Concurso de Diplomata explicadas

O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), porta única de ingresso ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) e ao Instituto Rio Branco (IRBr), é estruturado em três fases sequenciais e eliminatórias. Cada uma testa competências distintas: a primeira mede a base enciclopédica do candidato, a segunda mede capacidade de redação técnica e analítica em múltiplas disciplinas, e a terceira mede oratória, postura institucional e domínio temático em ambiente de banca presencial. Compreender a lógica interna de cada fase, os pesos relativos, as disciplinas cobradas e as estratégias de preparação é o primeiro passo para qualquer candidato que pretenda atravessar o que é, com larga margem, o concurso público de seleção mais longo e exigente da República Federativa do Brasil.

Esta página oferece uma análise institucional profunda das três fases do CACD, com referência aos editais mais recentes, à estrutura adotada historicamente pela banca Cebraspe (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos), à banca IADES (Instituto Americano de Desenvolvimento), que assumiu a aplicação a partir de 2023, e ao papel curador do próprio Instituto Rio Branco, vinculado ao MRE pelo Decreto nº 9.683, de 9 de janeiro de 2019.

A natureza do CACD: por que três fases

O desenho trifásico do CACD não é arbitrário. Ele reflete a tese, consolidada desde a fundação do Instituto Rio Branco em 18 de abril de 1945, pelo então Ministro Pedro Leão Velloso, de que a carreira diplomática exige uma combinação rara de saberes. O diplomata brasileiro precisa, simultaneamente, dominar conteúdo enciclopédico (porque negocia em foros multilaterais que abordam temas que vão de comércio exterior a meio ambiente, de segurança nuclear a saúde pública), escrever com precisão (porque o ofício diplomático produz telegramas, despachos, notas verbais, memorandos e relatórios), e expor-se oralmente em ambiente formal (porque diplomata é, antes de tudo, um interlocutor de Estado).

Cada fase, portanto, testa uma dimensão dessas competências. A Fase 1 (objetiva) verifica a amplitude do repertório. A Fase 2 (escrita) verifica a profundidade analítica e a capacidade de síntese técnica. A Fase 3 (oral) verifica a desenvoltura, a calma sob pressão e a capacidade de defender posições com fundamentação institucional. Reprovar em qualquer das três é eliminatório, e nenhuma fase compensa a outra.

Fase 1: a prova objetiva (Teste de Pré-Seleção)

A Fase 1 do CACD, historicamente conhecida como TPS (Teste de Pré-Seleção), é a porta de entrada do certame e tem caráter exclusivamente eliminatório e classificatório. Aplicada em um único dia, geralmente em junho ou julho, ela funciona como um filtro de larga escala: dos cerca de 4.000 a 8.000 candidatos inscritos a cada edição, apenas algumas centenas avançam à Fase 2. A nota de corte tem oscilado entre 60 e 70 acertos líquidos, conforme a dificuldade da edição e o número de vagas oferecidas.

Estrutura da Fase 1

A prova é composta por 73 questões no formato Certo/Errado, sistema típico da escola Cebraspe que migrou parcialmente para a IADES. O formato Certo/Errado é particularmente cruel porque cada item independente comporta erro ou acerto, e tradicionalmente erros descontam acertos (sistema de pontuação compensatória). Na prática, o candidato deve marcar apenas itens dos quais tem alta confiança de resposta, sob pena de zerar o saldo de pontos no bloco.

As 73 questões são distribuídas por disciplinas, com pesos relativos que refletem a centralidade de cada matéria para a atividade diplomática. A distribuição típica recente, com pequenas variações por edição, é:

- Língua Portuguesa: cerca de 10 a 12 itens
- Língua Inglesa: cerca de 10 a 12 itens
- História do Brasil: cerca de 8 a 10 itens
- Geografia: cerca de 6 a 8 itens
- Política Internacional: cerca de 10 a 12 itens
- Economia: cerca de 8 a 10 itens
- Direito (Constitucional, Internacional Público e Privado): cerca de 10 a 12 itens

A prova tem duração de cinco horas, e o candidato precisa, em média, decidir cada item em cerca de quatro minutos, ainda que muitos optem por estratégia de leitura inicial completa seguida de marcação seletiva.

Disciplinas da Fase 1 em detalhe

Língua Portuguesa: cobra interpretação de texto sofisticada, gramática normativa, regência, concordância, ortografia, pontuação e, com frequência, análise de coesão textual em trechos de discursos, ensaios e documentos diplomáticos. As fontes recorrentes incluem textos de autores brasileiros consagrados, decisões de tribunais e textos da política externa brasileira.

Língua Inglesa: o nível exigido aproxima-se do C1 do Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (QECR/CEFR), com leitura de textos densos da imprensa internacional especializada (The Economist, Foreign Affairs, Financial Times), interpretação de vocabulário técnico em política internacional, economia e direito, e identificação de ideias implícitas. Não há prova de espanhol ou francês na Fase 1, embora essas línguas reapareçam adiante na carreira como testes de proficiência institucional do MRE.

História do Brasil: o programa abrange desde o período colonial até o tempo presente, com ênfase clara em política externa brasileira (PEB), Barão do Rio Branco, Itamaraty histórico, conferências internacionais com participação brasileira, e momentos-chave como a adesão do Brasil à Liga das Nações, a participação na Segunda Guerra Mundial, a Operação Pan-Americana, a Política Externa Independente, o Pragmatismo Responsável, e os ciclos contemporâneos da inserção internacional do país.

Geografia: combina geografia geral (relevo, clima, hidrografia, dinâmica populacional, geopolítica), geografia do Brasil (regionalização, complexos econômicos, fronteiras, Amazônia, integração regional) e geografia política internacional (blocos regionais, organismos multilaterais, fluxos migratórios, comércio mundial).

Política Internacional: o coração temático do CACD. Cobra teoria das Relações Internacionais (realismo, liberalismo, construtivismo, escola inglesa), história das relações internacionais (do Tratado de Vestfália de 1648 ao pós-Guerra Fria), organizações internacionais (ONU, OMC, OEA, BRICS, Mercosul, Unasul, Celac, G20), regimes internacionais (proliferação nuclear, mudanças climáticas, comércio, direitos humanos), e temas contemporâneos da agenda global.

Economia: microeconomia (oferta, demanda, elasticidades, falhas de mercado), macroeconomia (PIB, inflação, política fiscal, política monetária, setor externo), economia internacional (teoria do comércio, balanço de pagamentos, regimes cambiais), e economia brasileira (Plano Real, ciclos macroeconômicos, política industrial, integração regional).

Direito: Direito Constitucional (organização do Estado, direitos fundamentais, processo legislativo, controle de constitucionalidade), Direito Internacional Público (fontes, sujeitos, tratados, responsabilidade internacional, solução de controvérsias, organizações internacionais), Direito Internacional Privado (conflitos de leis, jurisdição, cooperação jurídica internacional), e noções de Direito Administrativo (serviço público, atos administrativos, princípios).

Estratégia para a Fase 1

A preparação para a Fase 1 exige construção sistemática de repertório enciclopédico ao longo de pelo menos dezoito a vinte e quatro meses, com leitura intensiva dos Manuais do Candidato (publicados pela Fundação Alexandre de Gusmão, FUNAG), dos volumes da coleção Mapas do Itamaraty, e de bibliografia complementar acadêmica. O treino em questões anteriores é decisivo: a banca tende a reaproveitar temas, ainda que com formulação distinta. Simulados cronometrados, com ambiente controlado, são essenciais para calibrar a estratégia de marcação sob o sistema Certo/Errado.

Fase 2: as provas escritas

A Fase 2 do CACD é o coração técnico do concurso. Após o filtro maciço da Fase 1, os candidatos aprovados (tradicionalmente entre 200 e 400, dependendo do edital) enfrentam um conjunto de sete provas dissertativas distribuídas ao longo de aproximadamente dez dias, em formato concentrado e exaustivo. É na Fase 2 que se separam, com nitidez, os candidatos que dominam o conteúdo dos que apenas o reconhecem.

Estrutura da Fase 2

As sete provas dissertativas da Fase 2 são distribuídas pelas seguintes disciplinas:

1. Língua Portuguesa: redação em português sobre tema da agenda nacional ou internacional contemporânea, com extensão típica de 50 a 60 linhas.
2. Língua Inglesa: prova mista contendo tradução (versão de português para inglês e tradução de inglês para português) e redação dissertativa em inglês sobre tema de política internacional.
3. História do Brasil: questões dissertativas analíticas sobre temas da história brasileira, com ênfase em política externa, formação do Estado nacional, ciclos econômicos e relações exteriores.
4. Geografia: questões dissertativas sobre geografia do Brasil, geografia política internacional e temas integrados (Amazônia, fronteiras, integração regional, recursos estratégicos).
5. Política Internacional: prova nuclear do CACD, com questões dissertativas que exigem domínio teórico, capacidade analítica e atualização sobre conjuntura. Pode incluir análise de regimes, teorias, organizações multilaterais e crises contemporâneas.
6. Economia: questões dissertativas sobre teoria econômica, economia internacional e economia brasileira, frequentemente com componente quantitativo (gráficos, tabelas, identidades macroeconômicas).
7. Direito: questões dissertativas sobre Direito Constitucional, Direito Internacional Público e Direito Internacional Privado, com exigência de citação técnica de tratados, convenções e jurisprudência.

Critérios de correção

Cada prova é corrigida por dois examinadores de forma independente, com mecanismo de desempate por terceiro corretor em caso de divergência relevante de notas. Os critérios públicos incluem:

- Domínio de conteúdo (precisão técnica, profundidade analítica, atualização bibliográfica)
- Estrutura argumentativa (introdução, desenvolvimento, conclusão; coesão e coerência)
- Linguagem (correção gramatical, propriedade vocabular, registro formal)
- Capacidade de síntese (respeitar limites de extensão sem perder densidade)
- Originalidade controlada (posicionamento técnico fundamentado, sem opiniões panfletárias)

Uma característica típica do CACD é a exigência de que o candidato cite com precisão tratados, conferências, autores, datas e conceitos. Frases vagas ou genéricas perdem pontos. A boa redação CACD, segundo a tradição do IRBr, é aquela que combina densidade técnica com clareza expositiva, em estilo institucional, sem floreios literários nem economia excessiva.

Estratégia para a Fase 2

A preparação para a Fase 2 exige treino intensivo de redação cronometrada, idealmente com correção por examinadores experientes. A construção de fichamentos temáticos por disciplina, com mapas conceituais que permitam mobilizar repertório sob pressão, é prática consagrada. Leitura sistemática da Revista Brasileira de Política Internacional (RBPI), dos Cadernos de Política Exterior do IPRI/FUNAG, dos relatórios anuais do MRE e da bibliografia oficial recomendada pelo IRBr é mandatória. Para a prova de inglês, o treino de versão (português para inglês) é frequentemente o calcanhar de Aquiles, exigindo prática semanal com texto técnico.

Fase 3: a prova oral

A Fase 3 do CACD, conhecida como prova oral, é a etapa final e decisiva do concurso. Os candidatos aprovados na Fase 2 (tradicionalmente entre 60 e 100, conforme edital) são convocados para Brasília, onde enfrentam banca presencial composta por examinadores do Instituto Rio Branco e por professores convidados, em ambiente formal e gravado.

Estrutura da Fase 3

A prova oral tem duração aproximada de 30 a 45 minutos por candidato, dividida em dois momentos:

1. Defesa de tese sobre tema sorteado: o candidato recebe, com algumas horas de antecedência (geralmente meia hora ou uma hora, conforme regulamento da edição), um tema da agenda contemporânea de política internacional ou de política externa brasileira. Deve preparar uma exposição estruturada de cerca de dez a quinze minutos, sem consulta a material, e apresentá-la oralmente diante da banca.

2. Arguição pela banca: após a exposição, os examinadores formulam perguntas de aprofundamento, esclarecimento ou contraposição. O candidato deve responder com fundamentação técnica, postura institucional e capacidade de raciocínio sob pressão. As perguntas podem abranger qualquer tema do programa do concurso, não se restringindo ao tema sorteado.

Critérios de avaliação

A banca avalia, segundo critérios públicos:

- Domínio do tema (consistência técnica da exposição)
- Capacidade de articulação (clareza, encadeamento lógico, fluidez oral)
- Postura institucional (registro formal, equilíbrio emocional, respeito à banca)
- Capacidade de fundamentação (citação correta de tratados, autores, conferências, dados)
- Reação a perguntas adversas (elasticidade analítica, humildade técnica, capacidade de reconhecer limites do próprio conhecimento)

Estratégia para a Fase 3

A preparação para a Fase 3 difere radicalmente das fases anteriores. Em vez de leitura silenciosa, exige treino de oralidade. Práticas consagradas incluem:

- Simulações orais semanais com bancas de três a cinco examinadores (frequentemente ex-candidatos aprovados ou diplomatas em atividade)
- Gravação em vídeo das próprias exposições para análise de postura, dicção, gestualidade e ritmo
- Construção de banco de cerca de cinquenta a oitenta temas-chave da agenda contemporânea, com fichamento de cada um em formato de mini-tese (introdução, eixos, conclusão)
- Treino de respostas curtas e densas para perguntas adversas, evitando divagação e mantendo postura de Estado

É importante notar que a Fase 3 não é apenas teste de conteúdo: é teste de adequação ao perfil institucional. A banca avalia, mesmo que de forma indireta, se o candidato tem o temperamento, a postura e a serenidade que se espera de um futuro representante diplomático do Estado brasileiro.

A banca: Cebraspe e IADES

Historicamente, o CACD foi aplicado pelo Cebraspe (anteriormente CESPE/UnB), banca de tradição consolidada em concursos federais de alta complexidade. O Cebraspe imprimiu ao CACD o formato Certo/Errado da Fase 1, modelo de correção dupla na Fase 2 e logística rigorosa da Fase 3. A partir de 2023, com a edição CACD 2023, o Instituto Rio Branco contratou a IADES (Instituto Americano de Desenvolvimento) para aplicar o concurso, mantendo, em larga medida, o desenho técnico das três fases.

É central compreender, contudo, que a banca aplicadora (Cebraspe ou IADES) é responsável pela logística, elaboração técnica das questões, correção e divulgação dos resultados, mas a curadoria intelectual do CACD permanece com o Instituto Rio Branco. O programa, a bibliografia oficial, os pesos relativos, a definição de temas e a composição final da banca da Fase 3 são prerrogativas do IRBr, vinculado diretamente ao MRE.

Links oficiais para consulta:

- Instituto Rio Branco: https://institutoriobranco.itamaraty.gov.br
- Itamaraty (MRE): https://www.gov.br/mre
- FUNAG: https://www.funag.gov.br
- IADES: https://www.iades.com.br
- Cebraspe: https://www.cebraspe.org.br

Pesos relativos e nota final

A composição da nota final do CACD combina, de forma ponderada, os resultados das três fases. A regra geral, sujeita a variações por edital, atribui:

- Fase 1 (objetiva): peso relativamente menor na nota final, mas eliminatória
- Fase 2 (escrita): maior peso na composição da nota final, dada a sua centralidade técnica
- Fase 3 (oral): peso intermediário, mas decisiva pela posição final no certame

O candidato precisa atingir nota mínima em cada disciplina de cada fase para não ser eliminado. Não é possível compensar nota baixa em Direito com nota alta em Política Internacional, por exemplo. A lógica do CACD é de excelência uniforme, não de média ponderada.

A jornada após a aprovação

O candidato aprovado nas três fases é nomeado Terceiro Secretário, posto inicial da carreira diplomática brasileira, e ingressa no Curso de Formação do Instituto Rio Branco, com duração aproximada de dois anos, em regime de dedicação exclusiva e com remuneração de servidor público em formação. O Curso de Formação aprofunda temas de política externa, técnica diplomática, línguas estrangeiras (espanhol, francês, e opcionalmente outras), prática consular e protocolo. A conclusão do Curso de Formação é requisito para efetivação na carreira.

A partir do posto de Terceiro Secretário, o diplomata progride por critérios combinados de antiguidade e merecimento, passando por Segundo Secretário, Primeiro Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe e Ministro de Primeira Classe (Embaixador). A carreira completa, do ingresso à embaixada, costuma envolver cerca de vinte a trinta anos, com remoções regulares entre Brasília e postos no exterior.

FAQ

1. Quantas pessoas fazem o CACD por edição?

A inscrição costuma variar entre 4.000 e 8.000 candidatos por edição, dependendo do número de vagas e das condições do mercado de trabalho. A Fase 1 elimina a vasta maioria, restando algumas centenas para a Fase 2 e dezenas para a Fase 3.

2. Quanto tempo leva para se preparar para o CACD?

A preparação típica varia de dois a quatro anos em dedicação intensiva. Há casos de aprovação em menor prazo, mas são exceções. A média de aprovados costuma ter três a cinco anos de estudo dedicado.

3. É possível trabalhar enquanto se prepara para o CACD?

É possível, mas exige disciplina extrema. Muitos candidatos optam por dedicação integral ao menos no último ano. Outros conciliam emprego flexível, pós-graduação ou bolsas de estudo com a preparação. A escolha depende da realidade financeira e familiar de cada candidato.

4. Qual a importância das línguas estrangeiras na Fase 1?

A Fase 1 cobra apenas inglês como língua estrangeira, em nível avançado. Espanhol e francês não são exigidos para ingresso, mas são fortemente recomendados para o desempenho profissional posterior. O Curso de Formação do IRBr aprofunda essas línguas após a aprovação.

5. A Fase 3 é a mais difícil das três fases?

Não necessariamente. A Fase 3 tem alta taxa de aprovação relativa entre os finalistas, porque os candidatos que chegam até lá já demonstraram domínio técnico nas duas fases anteriores. A Fase 1 elimina pelo volume, e a Fase 2 elimina pela densidade. A Fase 3 ordena. Cada fase tem seu próprio tipo de desafio.

Próximos passos

Se você está estudando para o CACD ou avaliando iniciar a preparação, o utilizaí oferece três recursos integrados: banco de questões anteriores das três fases organizadas por disciplina e por edição, IA CACD Elite treinada com bibliografia oficial do IRBr e capaz de fornecer explicações em profundidade sobre qualquer tema do programa, e correção de discursivas multilíngue (português, inglês, espanhol, francês), com feedback técnico sobre estrutura argumentativa, precisão de citação e adequação ao registro institucional esperado pela banca.

A aprovação no CACD não é fruto de talento isolado: é fruto de método, disciplina, repertório acumulado e treino sistemático nas três dimensões que o concurso testa. Compreender a lógica de cada fase é o primeiro passo. O segundo é construir uma rotina de estudo que respeite essa lógica e a calibre conforme os pesos relativos e as características de cada etapa.

Perguntas frequentes

Qual o salário/remuneração?

Consulte a seção Salário do conteúdo.

Quais os requisitos para o cargo?

Consulte a seção Requisitos.

Qual a banca examinadora?

Consulte a seção Banca.

Quando deve sair o próximo concurso?

Acompanhar portais oficiais.

Vale a pena prestar?

Depende do perfil pessoal e objetivos de carreira.